Prémio Nacional para o
Ensino de Arquitectura

O Prémio ARCHIPRIX é atribuído aos melhores trabalhos de mestrado apresentados nas universidades e instituições de ensino superior nacionais. Este ano comemora catorze anos de implementação, só possível graças ao empenho e dedicação de todos os alunos, professores, orientadores, instituições e parceiros na promoção da excelência do ensino em Portugal.

Anualmente é convidado um Júri constituído por académicos e representantes das classes profissionais para avaliar a relevância, consistência e mestria dos projetos a concurso. Em cada edição é distinguido um vencedor, duas menções especiais e até oito menções honrosas, destacando-se assim o conjunto de trabalhos que melhor reflete o mérito do ensino nas faculdades portuguesas, em toda a sua riqueza e diversidade, em reconhecimento do mérito de alunos, orientadores e instituições.

O ARCHIPRIX PORTUGAL foi instituído em 2012 pela Fundação Serra Henriques em colaboração com a Ordem dos Arquitetos, Trienal de Arquitectura de Lisboa, Casa da Arquitectura, Docomomo Internacional, Associação Portuguesa de Arquitetos Paisagistas e a Associação Portuguesa de Urbanistas.

O Prémio é referenciado como o principal galardão nacional para os jovens talentos e um importante eixo no plano de acção da Política Nacional de Arquitetura e Paisagem.

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Edição 2026 

O Prémio ARCHIPRIX 2026 foi atribuído ao trabalho Entre margens invisíveis - Arquitetura do turismo no território: Hotel Social do Pinhal na Cova Gala, da autoria de João Martim Fernandes, da Universidade de Coimbra, orientado por Pedro Maurício de Loureiro Costa Borges.

Menção especial Arquitetura Paisagista: Márcia Ferreira Lopes da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

Menção especial Urbanismo: Mafalda Cerejeira Fontes da Universidade do Minho.

Menções honrosas: Mateus Silva da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, Sara Pereira Martins e Gonçalo Queirós da Universidade de Coimbra, Fredy Kleyton Valadares da Universidade de Évora, Sofia Perry da Câmara e Castro, Monica Loureiro e Frederico Escudeiro Catarino da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto e Marília Neves Remédios da Universidade da Beira Interior.

Júri: Aurora Carapinha, Inês Cortesão, Joana Almeida, Jorge Figueira, Kuo Jze Yi, Marta Gouveia e Rui Mendes.


Júri 2026

Aurora Carapinha

Aurora Carapinha é arquiteta paisagista, Professora Emérita da Universidade de Évora, onde desenvolveu uma carreira académica de referência nas áreas da arquitetura paisagista, património e cultura da paisagem.
Foi distinguida com o Prémio Gonçalo Ribeiro Telles, reconhecimento do seu contributo para a arquitetura paisagista em Portugal e pela articulação entre prática profissional, pensamento crítico e intervenção pública.


Inês Cortesão

Designer de Interiores e Mestre pela Universidade de Salamanca em 1996, Arquiteta pela Universidade Lusíada de Lisboa em 2001. Colaborou no atelier do Arquiteto João Luís Carrilho da Graça entre 2000 e 2002, ano em que constituiu o seu Atelier em Lisboa. Os seus projetos são frequentemente divulgados em publicações nacionais e internacionais, tendo recebido diversas distinções com destaque para categoria de Melhor Projecto Público nos Prémios Construir, Prémios Internacionais BigMat e Prémios Arquitetura no Alentejo.



Jorge Figueira

Doutorado pela Universidade de Coimbra, em 2009, é professor associado e foi diretor do Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, entre 2010 e 2017. Professor convidado do Programa de Doutoramento em Arquitetura da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto. É autor de livros de uma dezena de livros e 'expert' do Prémio Mies van der Rohe. Crítico em jornais na área de arquitetura e responsável pelo pelouro da cultura, Conselho Directivo Nacional, Ordem dos Arquitectos.


Joana Castro Almeida

Docente do Instituto Superior Técnico desde 2001. Doutorada em Engenharia do Território, Planeamento Regional e Urbano. É Professora de Urbanismo no Instituto Superior Técnico e, de 2021 a 2025, foi Vereadora da Câmara Municipal de Lisboa com os pelouros do Urbanismo, Transparência e Prevenção da Corrupção.


Kuo Jze Yi

Kuo Jze Yi é arquiteto (Architectural Association) e Professor Associado na Universidade de Hong Kong, onde desempenha também funções como Diretor do Programa de Mestrado em Ciências de Design Arquitetónico Avançado. O seu trabalho centra-se na exploração de metodologias de desenvolvimento comunitário de base (bottom-up), assentes na valorização de materiais e recursos locais, o desenvolvimento de técnicas construtivas locais e a promoção da ação coletiva através da construção.


Marta Gouveia

Em 2024, Marta Gouveia concluiu o Mestrado em Arquitetura na Universidade de Évora, com a dissertação "O que pode ser uma ilha – O lugar que se desenha, Ilha de São Miguel", orientado por Rui Gonçalves Mendes e Daniel Jiménez Ferrera. Distinguida com o Prémio Nacional para o Ensino de Arquitectura 2025, integrou, por inerência, o Júri Nacional do ARCHIPRIX 2026.


Rui Mendes

É arquitecto e docente nas Universidades Autónoma e Évora, recebeu a Menção Honrosa do Prémio Vasco Vilalva Fundação Gulbenkian 2023. Tem projectos apresentados na Trienal de Lisboa e na Biennale di Venezia e é co-editor do Jornal Arquitectos. "PLEC – Processo Lúdico em Construção" é um projeto de arquitetura como tipologia de construção do comum na cidade, publicado em 2024 (@galerias municipais. EGEAC, 2024)
Concluiu em 2024 investigação de doutoramento sobre "A Cidade Nova de Santo André no complexo industrial de Sines".



Edição 2025 

O Prémio Archiprix 2025 foi atribuído ao trabalho O que pode ser uma ilha, o lugar que se desenha. Ilha de São Miguel, da autoria de Marta Paulo Gouveia, da Universidade de Évora, orientado por Rui Gonçalves Mendes e Daniel Jiménez Ferrera.

Menção especial Arquitetura Paisagista: Giulia da Silva do Instituto Superior de Agronomia (ISA).

Menção especial Urbanismo: Rafaela Alcobia Carrujo da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa.

Menções honrosas: João Almeida, Beatriz Freitas Gordinho da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, Pedro Matos Vieira da Universidade do Minho, Guilherme Appleton do Instituto Superior Técnico, Tiago Anjo Rocha do ISA, Beatriz Madeira Duarte do ISCTE, Tonny Marques e Cláudia Batista da Universidade de Évora.

Júri: Ana Queiroz do Vale, Diogo Aguiar, Luis Miguel Correia, Marta Fernandes, Miguel Gois, Nuno Mateus, Teresa Andresen e Vanessa Milho.


Edição 2024 

O Prémio Archiprix 2024 foi atribuído aos trabalhos CONVENTO DE SÃO PAULO DA SERRA D'OSSA de Vanessa Milho da Universidade de Évora e IDENTIDADE E ATMOSFERAS de Miguel Machado Góis da Universidade de Coimbra.

Menção especial Arquitetura Paisagista: Patrícia Martins do Instituto Superior de Agronomia (ISA).

Menções honrosas: Ana Catarina Cação de Oliveira da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Eduardo Braga de Coimbra, Maria João Jorge da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, Pedro Couto de Sousa do Instituto Superior Técnico, Inês Novo Gonçalves do ISA, Joana Pinto do ISCTE, Daniela Bustillos Chauvin da Universidade de Évora, Ana Catarina Carvalho da Universidade do Minho. 

Júri:  Ana Neiva, João Jesus, João Pedro Costa, Luís Rebelo de Andrade, Marco Silva, Teresa Nunes da Ponte, Teresa Portela Marques.


Edição 2023 

O Prémio Archiprix 2023 foi atribuído ao trabalho '(NOVA) Mente EU', sobre projeto de Habitação para Comunidades Sem Abrigo, da autoria de Marco António Silva, da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, orientado por Margarida Louro. 

Nas categorias de Arquitectura Paisagista e Urbanismo, os prémios foram atribuídos ao projecto de Duarte Santos, da Universidade de Coimbra sob a orientação de Nuno Grande, que apresentou uma proposta para a reconversão da Refinaria de Leça da Palmeira. 

Júri: Paulo Seco, Paula Pacheco, Paula Simões, António Amado, Giacomo Ciavattini, Miguel Baptista-Bastos.


Edição 2022 

O Prémio Archiprix 2022 foi atribuído a Giacomo Ciavattini da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto com o trabalho Countryside, Transformação catalisadora para uma quinta na região de Marche, Itália, com orientação de Filipa Castro Guerreiro e co-orientação de Carla Garrido de Oliveira.

Júri: Adelino Gonçalves, Carlos Correia Dias, Raquel Pereira, Rute Afonso, Andreia Garcia, Pedro Gadanho.


Edição 2021 

O Prémio Archiprix 2021 foi atribuído a Ana Raquel Batista Pereira do ISCTE, sob orientação da Professora Patrícia Mendes Barbas , com o projecto "Campo como Infraestrutura".

Júri: Walter Rossa, Sónia Talhé Azambuja, Pedro Brito, Pedro Bandeira, Nuno Tavares da Costa, Marta Rodrigues e José Veludo.


Edição 2020 

O Prémio Archiprix 2020 foi atribuído a Pedro Brito da Universidade de Évora - Escola de Artes Mestrado Integrado em Arquitectura, sob orientação do Professor João Gabriel Candeias Dias Soares, com o projecto VILA DA FUZETA, ENTRE O MAR E A TERRA REVELAR ARQUITETURAS, PERCURSOS E HORIZONTES LAGUNARES.

Júri: Jorge Marum, Fátima Fernandes, João Cerejeiro, Paulo Pardelha, Carlos Castanheira, Andriy Shulyachuk e Maria Manuel Godinho de Almeida.



Edição 2019

O Prémio Archiprix 2020 foi atribuído a Andriy Shulyachuk da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa | Mestrado Integrado em Arquitectura, sob orientação do Professor João Sousa Morais e co-orientação de Francisco Oliveira, com o projecto A RUA COMO ELEMENTO (RE)ESTRUTURANTE.

Júri: João Nasi Pereira, Lígia Nunes, João Oliveira, Rita Guedes, Pedro Baganha, Teresa Almeida e Guilherme Machado Vaz.


Edição 2018

O Prémio Archiprix 2018 foi atribuído a João Oliveira da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, sob orientação do Professora Joana Malheiro e co-orientação de João Sousa Morais, com o projecto INTERSTÍCIOS DO DUALISMO URBANO EM MAPUTO.

Júri: Mário Sua Kay, Alejandro Hermida, Marta Labastida, Domingos Lopes, Miguel Amado, Paula Santos e Pedro Frade.


Edição 2017

O Prémio Archiprix 2017 foi atribuído a Pedro Frade da Universidade Autónoma de Lisboa, sob orientação do Professor Francisco Aires Mateus, com o projecto CASA, COZINHA, HORTO, EM ALCÁCER DO SAL.

Júri: Catarina Raposo, Célia Gomes, Daniel Jiménez, João Santa-Rita, Luís Santiago Baptista, Maria Souto Moura, Nuno Grande.


Edição 2016

O Prémio Archiprix 2016 foi atribuído a David Monteiro da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, sob orientação do Professor Helder Casal-Ribeiro, com o projecto DA GÉNESE DO LUGAR AO PROJECTO.

Júri: Inês Moreira, Joana Barrelas, Luís Guedes Carvalho, Pedro Reis e Sidónio Pardal.


Edição 2015

O Prémio Archiprix 2015 foi atribuído a Ana Filipa Paisano da Universidade de Lisboa - Faculdade de Arquitectura, sob orientação do Professor José Beirão e co-orientação de Pedro Pacheco, com o projecto VALE‐PARQUE TODOROKI_CENTRO INTERPRETATIVO.

Júri: Paulo Alburquerque Goinhas, Jakub Szczesny, Daniela Arnaut, Pedro Guimarães e Paulo Tormenta Pinto.


Edição 2014

O Prémio Archiprix 2014 foi atribuído a Mariana Serra Brandão do Iscte - Instituto Universitário de Lisboa Escola de Tecnologias e Arquitectura, sob orientação do Professor José Luís Saldanha e co-orientação de Paulo Tormenta Pinto, com o projecto REVITALIZAR A CIDADE OCULTA.

Júri: Luís Tavares Pereira, Xavier Monteys, Daniela Arnaut, António Louro, Jorge Firmino Nunes.


Edição 2013

O Prémio Archiprix 2013 foi atribuído a António Amado da Universidade Técnica de Lisboa - Faculdade de Arquitectura, sob orientação do Professor Carlos Francisco Lucas Dias Coelho, com o projecto O RIO COMO ELEMENTO URBANO. E a João Torres da Universidade Técnica de Lisboa - Faculdade de Arquitectura, sob orientação do Professor António Lobato Santos e co-orientação de Tiago Mota Saraiva, com o projecto (RE) PENSAR O NÓ DE ALCÂNTARA ATRAVÉS DE UM EDIFÍCIO HÍBRIDO.

Júri: Ana Rocha, Cristina Veríssimo, Filipe Afonso, João Rocha, Michel Toussaint.