Prémio Nacional para o
Ensino de Arquitectura

O Prémio teve o seu início em Portugal em 2012 com a assinatura de um protocolo entre a Fundação Serra Henriques e a Fundação Archiprix, destinando-se a distinguir os melhores trabalhos de Mestrado em Arquitetura de todas as faculdades portuguesas.

Graças ao imediato empenho na participação e matriz inovadora de professores e alunos em Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo, o Prémio é reconhecido como o principal galardão nacional para jovens arquitetos e retrato do melhor do ensino nestes domínios.

A Fundação Serra Henriques todos os anos reforça a abrangência do Prémio, em estreita colaboração com todas as Universidades, Institutos Superiores, Ordem dos Arquitetos, Associação Portuguesa de Urbanistas, Associação Portuguesa de Arquitetos Paisagistas, Trienal de Arquitetura de Lisboa, Casa da Arquitectura e DoCoMoMo Internacional, potenciando-o através de parcerias com entidades da Administração Pública, Educação e Cultura, conferindo assim maior exposição ao perfil de todos os finalistas.

A Fundação Serra Henriques edita e distribui gratuitamente um anuário com os projetos nomeados, seus autores e tutores, os quais não só foram considerados por cada instituição como os mais representativos da qualidade de ensino da Arquitetura em Portugal, como passaram o crivo criterioso dos painéis de Júri constituídos por eminentes profissionais destas áreas.


Edição 2023 

O Prémio Archiprix 2023 foi atribuído ao trabalho '(NOVA) Mente EU', sobre projeto de Habitação para Comunidades Sem Abrigo, da autoria de Marco António Silva, da Universidade de Lisboa, orientado por Margarida Louro. Nas categorias de Arquitectura Paisagista e Urbanismo, os prémios foram atribuídos ao projecto de Duarte Santos, da Universidade de Coimbra sob a orientação de Nuno Grande, que apresentou uma proposta para a reconversão da Refinaria de Leça da Palmeira. 

Júri: Paulo Seco, Paula Pacheco, Paula Simões, António Amado, Giacomo Ciavattini, Miguel Baptista-Bastos.


Edição 2022 

O Prémio Archiprix 2022 foi atribuído a Giacomo Ciavattini da FAUP com o trabalho Countryside, Transformação catalisadora para uma quinta na região de Marche, Itália, com orientação de Filipa Castro Guerreiro e co-orientação de Carla Garrido de Oliveira.

Júri: Adelino Gonçalves, Carlos Correia Dias, Raquel Pereira, Rute Afonso, Andreia Garcia, Pedro Gadanho.


Edição 2021 

O Prémio Archiprix 2021 foi atribuído a Ana Raquel Batista Pereira do ISCTE, sob orientação da Professora Patrícia Mendes Barbas , com o projecto "Campo como Infraestrutura".

Júri: Walter Rossa, Sónia Talhé Azambuja, Pedro Brito, Pedro Bandeira, Nuno Tavares da Costa, Marta Rodrigues e José Veludo.


Edição 2020 

O Prémio Archiprix 2020 foi atribuído a Pedro Brito da Universidade de Évora - Escola de Artes Mestrado Integrado em Arquitectura, sob orientação do Professor João Gabriel Candeias Dias Soares, com o projecto VILA DA FUZETA, ENTRE O MAR E A TERRA REVELAR ARQUITETURAS, PERCURSOS E HORIZONTES LAGUNARES.

Júri: Jorge Marum, Fátima Fernandes, João Cerejeiro, Paulo Pardelha, Carlos Castanheira, Andriy Shulyachuk e Maria Manuel Godinho de Almeida.



Edição 2019

O Prémio Archiprix 2020 foi atribuído a Andriy Shulyachuk da Universidade de Lisboa - Faculdade de Arquitectura | Mestrado Integrado em Arquitectura, sob orientação do Professor João Sousa Morais e co-orientação de Francisco Oliveira, com o projecto A RUA COMO ELEMENTO (RE)ESTRUTURANTE.

Júri: João Nasi Pereira, Lígia Nunes, João Oliveira, Rita Guedes, Pedro Baganha, Teresa Almeida e Guilherme Machado Vaz.


Edição 2018

O Prémio Archiprix 2018 foi atribuído a João Oliveira da Universidade de Lisboa, sob orientação do Professora Joana Malheiro e co-orientação de João Sousa Morais, com o projecto INTERSTÍCIOS DO DUALISMO URBANO EM MAPUTO.

Júri: Mário Sua Kay, Alejandro Hermida, Marta Labastida, Domingos Lopes, Miguel Amado, Paula Santos e Pedro Frade.


Edição 2017

O Prémio Archiprix 2017 foi atribuído a Pedro Frade da Universidade Autónoma de Lisboa, sob orientação do Professor Francisco Aires Mateus, com o projecto CASA, COZINHA, HORTO, EM ALCÁCER DO SAL.

Júri: Catarina Raposo, Célia Gomes, Daniel Jiménez, João Santa-Rita, Luís Santiago Baptista, Maria Souto Moura, Nuno Grande.


Edição 2016

O Prémio Archiprix 2016 foi atribuído a David Monteiro da Universidade do Porto - Faculdade de Arquitectura, sob orientação do Professor Helder Casal-Ribeiro, com o projecto DA GÉNESE DO LUGAR AO PROJECTO.

Júri: Inês Moreira, Joana Barrelas, Luís Guedes Carvalho, Pedro Reis e Sidónio Pardal.


Edição 2015

O Prémio Archiprix 2015 foi atribuído a Ana Filipa Paisano da Universidade de Lisboa - Faculdade de Arquitectura, sob orientação do Professor José Beirão e co-orientação de Pedro Pacheco, com o projecto VALE‐PARQUE TODOROKI_CENTRO INTERPRETATIVO.

Júri: Paulo Alburquerque Goinhas, Jakub Szczesny, Daniela Arnaut, Pedro Guimarães e Paulo Tormenta Pinto.


Edição 2014

O Prémio Archiprix 2014 foi atribuído a Mariana Serra Brandão do Iscte - Instituto Universitário de Lisboa Escola de Tecnologias e Arquitectura, sob orientação do Professor José Luís Saldanha e co-orientação de Paulo Tormenta Pinto, com o projecto REVITALIZAR A CIDADE OCULTA.

Júri: Luís Tavares Pereira, Xavier Monteys, Daniela Arnaut, António Louro, Jorge Firmino Nunes.


Edição 2013

O Prémio Archiprix 2013 foi atribuído a António Amado da Universidade Técnica de Lisboa - Faculdade de Arquitectura, sob orientação do Professor Carlos Francisco Lucas Dias Coelho, com o projecto O RIO COMO ELEMENTO URBANO. E a João Torres da Universidade Técnica de Lisboa - Faculdade de Arquitectura, sob orientação do Professor António Lobato Santos e co-orientação de Tiago Mota Saraiva, com o projecto (RE) PENSAR O NÓ DE ALCÂNTARA ATRAVÉS DE UM EDIFÍCIO HÍBRIDO.

Júri: Ana Rocha, Cristina Veríssimo, Filipe Afonso, João Rocha, Michel Toussaint.